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DESTAQUES NA IMPRENSA #21 | Aline Rodrigues 📰

  • July 27, 2026
  • 3 respostas
  • 92 exibições
Leonídia.Deezer
Community Manager
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A música está mudando rapidamente, e os dados da Deezer ajudam a revelar como. Nesta semana, a inteligência artificial voltou ao centro das discussões, Xuxa mostrou que continua atravessando gerações e o tema da inovação musical ganhou espaço em uma conversa especial com Rael.

 

Na nova edição dos Destaques na Imprensa, a Aline Rodrigues, Gerente de Comunicação da Deezer no Brasil e na América Latina, selecionou as notícias que mais chamaram a atenção. Confira os principais destaques.

 

1. MÚSICA GERADA POR IA JÁ REPRESENTA MAIS DA METADE DAS FAIXAS ENVIADAS À DEEZER

 

A inteligência artificial está transformando o mercado musical em uma velocidade impressionante. Dados divulgados pela Deezer mostram que as músicas geradas por IA já representam mais de 50% das faixas enviadas diariamente à plataforma.

O crescimento desse tipo de conteúdo levanta discussões importantes sobre transparência, direitos autorais, remuneração e o futuro da criação musical. Ao mesmo tempo em que novas tecnologias ampliam as possibilidades para artistas e criadores, também reforçam a necessidade de identificar claramente os conteúdos gerados por inteligência artificial.

O tema teve grande repercussão na imprensa e foi destaque em veículos como Exame e TudoCelular, que abordaram o impacto desse crescimento para o setor musical e para as plataformas de streaming.

EXAME

Mais de 50% das faixas do Deezer foram geradas por IA em junho

O Deezer anunciou nesta terça-feira, 21, que as faixas geradas por inteligência artificial (IA) ultrapassaram a metade do total de músicas adicionadas diariamente à plataforma pela primeira vez na história.
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TUDO CELULAR

Deezer revela que mais de 50% das músicas enviadas à plataforma são geradas por IA

Recentemente, a Deezer revelou que mais de 50% das músicas enviadas diariamente à plataforma já são geradas por inteligência artificial.
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2. QUEM MAIS OUVE XUXA EM 2026? 

 

Xuxa continua fazendo parte da memória afetiva de milhões de brasileiros, mas quem são os ouvintes que mais escutam suas músicas atualmente?

Dados exclusivos da Deezer, divulgados pelo Popline, revelaram o perfil do público que mais ouve Xuxa em 2026. Os números mostram como a música da artista continua alcançando diferentes gerações e permanecendo relevante mesmo décadas após o início de sua carreira.

Mais do que nostalgia, os dados reforçam a força de um repertório que marcou a infância de muitas pessoas e continua sendo redescoberto por novos ouvintes. A trajetória de Xuxa mostra que algumas músicas nunca deixam de fazer parte da nossa história.

POPLINE

Quem ouve Xuxa em 2026? Dados de streaming revelam perfil do público (EXCLUSIVO)

Xuxa volta aos palcos no próximo sábado (25/7), os ingressos estão esgotados. A apresentadora, o maior fenômeno da cultura pop nos anos 1980, conta com repertório afetivo para o coração de várias gerações de “baixinhos”. Mas quem ainda ouve Xuxa em 2026? Dados da Deezer revelam.
                                                                                    LEIA MAIS

 

3. MÚSICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EM DEBATE NO PROGRAMA REC

 

O tema da inteligência artificial também ganhou espaço fora das páginas de notícias. Rodrigo Vicentini, Gerente Geral da América Latina, participou do programa REC, da Nova Brasil, em uma conversa com o artista Rael.

O bate-papo abordou a relação entre música, tecnologia e inteligência artificial, além dos impactos dessas transformações para artistas, fãs e para o futuro da indústria musical.

A participação reforça a importância de ampliar o diálogo sobre o tema. A inteligência artificial já faz parte da realidade da música, e discutir seus efeitos de forma aberta e responsável é essencial para construir um futuro que valorize tanto a inovação quanto a criatividade humana.

REC NOVA BRASIL

RAEL e RODRIGO VICENTINI - PROGRAMA REC Nova brasil

Rodrigo Vicentini foi um dos convidados do programa REC da rádio Nova Brasil, ao lado do cantor Rael, e falaram sobre experiências musicais e o uso de inteligência artificial.
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💬 Qual desses assuntos mais chamou a sua atenção?

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3 comentários

Gilmar Rojas Dias
Super User
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50% Musica por IA:

 

Me questiono quem seriam? tenho algumas ideias:

é quem não sabe tocar e cantar, e quer fazer música.

é quem canta, não sabe tocar e não quer uma banda.

é quem tem conhecimento, e não fazia por preguiça e falta de trato social.

 

e uns pensamentos curiosos:

é quem é DJ e vê as possibilidades de ampliar o trabalho.

é quem tocava ou cantava e agora não pode mais.

é quem sabe que é mais fácil assim.

 

Particularmente nunca gostei de digital. Sou fã do ao vivo e vinil sem intervenção digital.

A compressão dos dados tira a “sensibilidade da música, a vibração original”. 

Não sei bem explicar isso, mas altera como tu sente a música.

Não é uma questão audível e sim uma questão “tátil”, bem sei lá…

 

Voltando ao assunto principal o que vocês acham dessas SUPERprodução IAstica??… heheh

 

 

 


ThiagoLima
Super User
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  • Super User
  • July 28, 2026

É um tópico que definitivamente cabe um debate, pois se metade de tudo que é enviado foi gerado por IA, quer dizer que há demanda para isso.

O "boicote" a conteúdos gerados por inteligência artificial não é uma unanimidade. Na verdade, tem muita gente que não liga se o que estão escutando foi feito por um humano ou por um robô. A gente inclusive tem artistas que são feitos de inteligência artificial e têm certo destaque.

Não sei das outras plataformas, mas parece que a Deezer está sendo inundada por esses conteúdos. Se o intuito for combater isso, o aplicativo precisa adicionar filtros mais rigorosos no momento de envio desse tipo de música.

Esta semana, estou fazendo um teste em outro aplicativo de música, que tem uma funcionalidade até muito boa. Nas configurações, o usuário tem a possibilidade de permitir ou não a recomendação de conteúdo gerado por IA.

Acho que é uma forma bem democrática de encarar isso, apesar de me fazer questionar se esse tipo de conteúdo deve ser monetizado, se poderia estar presente nos charts/paradas do aplicativo e se deveria ser engajado.


Gilmar Rojas Dias
Super User
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se tem quem ouve IA Music, acredito que sim, afinal público é público, mas não deve ser monetizado como um artista humano, deve receber MUUUITO menos. 

Porém há um outro detalhe e o 50%/50% como fica? 75%/25? a IA como ferramenta de apoio ou “parceiro”.

 

os que entram no:

→ é quem canta, não sabe tocar e não quer uma banda.

→ é quem tem conhecimento, e não fazia por preguiça e falta de trato social.

(são músicos com conhecimento, mas usam IA como ferramenta)

 

Santa Complexidade Batman!