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Super Bowl Halftime: Maiores Polêmicas e Controvérsias que Chocaram o Mundo

  • February 5, 2026
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Leonídia.Deezer
Community Manager
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O Super Bowl, como você sabe, não é só futebol americano. É um ritual global de cultura pop, um momento em que até quem não sabe o que é um touchdown fica grudado na tela. E no coração desse grande espetáculo: o show do intervalo. Quinze minutos meticulosamente planejados, assistidos por mais de 100 milhões de pessoas… e muitas vezes, um campo minado de controvérsias.

 

Porque, claro, quando você mistura música, política, egos, símbolos culturais e pressão máxima, raramente termina sem drama. Um rápido olhar nos shows do intervalo que causaram polêmica (ou incendiaram o Twitter):

 

Janet Jackson & Justin Timberlake: a origem do nipplegate (2004)


Uma peça de roupa arrancada, um seio exposto, e a TV americana entra em pânico. Justin sai ileso, Janet paga o preço. Em retrospecto, é principalmente um caso clássico de dupla moral e sexismo.

 

M.I.A. & Madonna: um dedo do meio global (2012)


Madonna convida M.I.A. ao palco. Tudo vai bem até o final… quando M.I.A. mostra o dedo do meio para a câmera. Um gesto simples. Universal. Mas transmitido ao vivo para milhões de lares americanos. Resultado: indignação, processos, multas e uma enxurrada de discursos moralistas.
O chocante? Não à violência, não à guerra, não à publicidade ultracapitalista. Só um dedo. M.I.A. diria depois que o verdadeiro problema é o que a América escolhe censurar… e o que aceita de olhos fechados.

 

Red Hot Chili Peppers: tocar falso pelo real (2014)


Os Red Hot Chili Peppers sobem ao palco… com instrumentos desplugados. O som é pré-gravado. Os puristas gritam. "Isso não é ao vivo!"
A banda responde: é impossível garantir som perfeito ao ar livre, ao vivo, com esse nível de produção.
A polêmica levanta uma questão real: o show do intervalo é um concerto ou um especial de TV? E a resposta está clara há muito tempo: é um show, acima de tudo.

 

Beyoncé – Formation: O Super Bowl vira manifesto (2016)


Figurinos inspirados nos Panteras Negras. Referências ao furacão Katrina, violência policial e identidade negra americana. Beyoncé transforma o show do intervalo em manifesto político. Poderoso, icônico… e, claro, criticado. Alguns pedem boicote. Sindicatos policiais reclamam, acusando o evento de ataque anti-polícia. Beyoncé, porém, não pede desculpas. Ela usa o palco mais visto do país para entregar uma mensagem política clara.

 

Kendrick Lamar & o fantasma do Drake (bônus: o fã invasor) (2025)


Todos conhecemos a treta épica Kendrick vs Drake. Quando Kendrick sobe ao palco em 2025, sem confronto direto (só indireto), mas uma energia pesada de subtexto, olhares e letras interpretadas como provocações. O público ama analisar. A internet explode. E como se não bastasse, um fã conseguiu invadir o campo durante a apresentação. Segurança sobrecarregada, momento caótico, imagens virais. Mais um lembrete de que, apesar do controle total, o Super Bowl continua vulnerável ao imprevisto.
 

 

Agora não vamos esquecer das controvérsias do Half Time deste ano. Não, o evento ainda não aconteceu. Mas sim, já surgiram várias conversas, especialmente sobre a escalação que agitou as redes sociais. Vamos ver por que esta edição definitivamente vai dar o que falar:

 

Green Day: quando o punk vira político (de novo)


Green Day foi anunciado como ato de abertura do pré-show do Super Bowl. Qual a polêmica? A banda não é exatamente o grupo mais consensual para um evento tão institucional quanto o Super Bowl. Green Day tem histórico de se posicionar politicamente e denuncia ativamente a agenda "MAGA" de Trump desde o início. Vamos ver que surpresa eles guardam para nós este ano!

 

Bad Bunny: Latino demais para a América mainstream?


Bad Bunny não causou um escândalo explosivo, mas uma controvérsia mais insidiosa, latente. Muito espanhol. Muito latino. Não "universal" o suficiente.
Suas apresentações recentes reacenderam um debate familiar: quem o Super Bowl considera "mainstream"? Porque Bad Bunny é um dos artistas mais streamados do mundo. Ganhou Grammy na semana passada de "Álbum do Ano". Mas para um segmento da audiência americana, cantar em espanhol no horário nobre ainda é "divisivo."
E aí está o verdadeiro desconforto: quando a cultura dominante diz que diversidade é ok… contanto que não cause muito barulho.
 

 

Toda controvérsia do Super Bowl conta uma história maior que a música. Ela fala de política, raça, gênero, liberdade de expressão e controle midiático.
Assistimos ao show do intervalo para nos entreter, sim, mas também para ver até onde os artistas vão empurrar os limites no palco mais escrutinado do mundo. E sejamos honestos: sem esses momentos na corda bamba, o Super Bowl seria… um pouco menos lendário.

 

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